Participação no XV ENAU e V SRRU: avanços na gestão das águas urbanas
- Pluvio Consultoria

- 25 de set. de 2024
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Atualizado: 18 de ago.
Entre os dias 16 e 20 de setembro de 2024, a ABRHidro - Associação Brasileira de Recursos Hídricos realizou na cidade de Recife/PE o XV Encontro Nacional de Águas Urbanas (XV ENAU) e o V Simpósio de Revitalização de Rios Urbanos (V SRRU), eventos de grande relevância para a discussão das águas urbanas no cenário nacional. A Pluvio esteve representada de forma ativa no encontro por meio de sua diretora, Maria Fernanda Nóbrega, coordenadora da Comissão Técnica de Águas Urbanas da ABRHidro no biênio 2024-2025.
A atuação ganhou destaque logo no primeiro dia do evento, quando Maria Fernanda compôs a mesa da solenidade de abertura oficial. Na ocasião, ela dividiu o espaço de debate com diretores e representantes de órgãos reguladores fundamentais para o setor, como a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), a Agência Pernambucana de Águas e Clima (APAC) e a Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (AESA), além da Presidência da ABRHidro. Essa articulação institucional insere a Pluvio no centro das discussões estratégicas que orientam as políticas de gerenciamento hídrico no país.
No campo prático e técnico, Maria Fernanda Nóbrega esteve à frente da coordenação da oficina focada em Soluções Baseadas na Natureza (SBN) e suas diferentes escalas na bacia hidrográfica. A atividade abordou a aplicação prática dessas metodologias na elaboração de planos, programas e projetos urbanos, demonstrando como integrar o manejo de águas pluviais à infraestrutura das cidades de forma sustentável. Para a Pluvio, o desenvolvimento dessa oficina reflete sua capacidade técnica em propor soluções que mitigam impactos climáticos, traduzindo conceitos científicos em ferramentas práticas.
De forma mais ampla, as conclusões gerais do encontro foram consolidadas na "Carta de Recife 2024", documento que sintetiza os principais debates travados pelos especialistas sobre o manejo de águas urbanas no contexto de eventos extremos. O texto ressalta a necessidade das cidades enfrentarem sua vulnerabilidade de maneira multidisciplinar, destacando a importância de programas de educação ambiental para conscientizar a população e o fortalecimento de uma cultura de prevenção.
Também foi amplamente discutida a urgência em modernizar as redes de monitoramento, aplicar tecnologias avançadas — como inteligência artificial e modelagem computacional — e assegurar o dimensionamento e a manutenção constantes das infraestruturas de drenagem. Por fim, apontou-se a relevância de se priorizar políticas públicas voltadas às populações em situação de vulnerabilidade socioeconômica e de aproximar a gestão pública das universidades, integrando o conhecimento científico ao planejamento urbano para a construção de ambientes mais sustentáveis e resilientes.
Quer saber mais? Leia a "Carta de Recife 2024" na íntegra aqui:



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